Titulo (Title): A Corda que Sai do Utero
Autor (Author): Ana Suy
Encadernacao (Binding): Brochura (Paperback)
ISBN: 9788542227352
Editora (Publisher): Planeta
Data da Publicacao (Publication Date): 2024
Edicao (Edition): 1
Idioma (Language): Portugues do Brasil (Brazilian Portuguese)
Peso (Weight): 240 Gr (8,5 Oz)
Numero de Paginas (Number of Pages): 144
Dimensoes (Dimensions): 21 x 1 x 24 Cm (8.3 x 0.4 x 9.4 In)
Categoria (Genre): Nao Ficcao, Literatura Estrangeira, Psicanalise, Psicologia
Publico Alvo (Target Audience): Adulto (Adult)
Idade Minima Indicativa de Leitura (Recommended Minimum Reading Age): 18 Anos (Years)
Tipo de Livro (Book Type): Normal (Standard)
Livro: A Corda que Sai do Utero - Ana Suy (Em Portugues do Brasil)
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Este e um livro que fala de pedacos. de filha da minha mae a mae de um bebe, de mae de um bebe a mae de uma crianca, cada vez fica mais e mais visivel para mim que a maternidade e um grande elaborar de lutos.
Ou seria a propria vida uma grande elaboracao de luto pelo que ela e o que implica irreversivelmente que ela nao seja tudo o que nao e, simplesmente porque e o que e e nao o que nao e.
O livro de poemas que Ana Suy, mae, ora publica, e um ato de amor a filha. Seguindo uma necessidade interna (causa do seu desejo), ela manifesta sua urgencia em abrir espacos para a menina viver para alem do confinamento social de nossos tempos, para alem de a corda que sai do utero. Sabe da necessidade de manter a diferenca entre a posicao de mae como Outro que tem, do da mulher como Outro que nao tem. Quer oferecer-lhe a falta, propulsor do desejo. Filha, se um dia voce ler isso, saiba: sao sempre os pedacinhos que importam. Malvine Zalcberg, psicanalista.
Apos reconhecermos a terra na qual a corda que sai do utero fecunda, podemos salientar que Ana caminha neste delicado percurso de nascimentos e lutos. para tanto, alerta-nos, precisamos escrever com o corpo todo, precisamos dancar o texto, alonga-lo, exauri-lo, chegar ao limite que a respiracao nos da. Limite conturbado quando imerso num mundo marcado pela falta de ar. Sem ar podemos revestir uma estoria. Murmuramos, como pela primeira vez, e refazemos a sua existencia. Luciana K P Salum, psicanalista.
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