Titulo (Title): Felicidade Clandestina
Autor (Author): Clarice Lispector
Encadernacao (Binding): Capa Dura (Hard Cover)
ISBN: 9786555322644
Editora (Publisher): Rocco
Data da Publicacao (Publication Date): 2022
Edicao (Edition): 1
Idioma (Language): Portugues do Brasil (Brazilian Portuguese)
Peso (Weight): 310 Gr (10,9 Oz)
Numero de Paginas (Number of Pages): 160
Dimensoes (Dimensions): 14 x 2 x 21 Cm (5.5 x 0.8 x 8.3 In)
Categoria (Genre): Ficcao, Literatura Brasileira, Romance
Publico Alvo (Target Audience): Adulto (Adult)
Idade Minima Indicativa de Leitura (Recommended Minimum Reading Age): 18 Anos (Years)
Tipo de Livro (Book Type): Normal (Standard)
Livro: Felicidade Clandestina - Clarice Lispector (Em Portugues do Brasil)
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- - A edicao em capa dura de Felicidade clandestina da sequencia a serie Clarice essencial em comemoracao ao centenario de Clarice Lispector!
Felicidade clandestina foi a quarta das oito coletaneas de contos publicadas em vida por Clarice. Foi lancada em 1971, pela Editora Sabia, pertencente a seus amigos Fernando Sabino e Rubem Braga, e reune um total de vinte e cinco contos (escritos em momentos diversos das decadas de 1950 e 1960), entre os quais figuram alguns dos mais emblematicos exemplos do genero, tais como: Felicidade clandestina, Amizade sincera, o ovo e a galinha, uma historia de tanto amor, a legiao estrangeira, os desastres de Sofia. Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia. Este livro bem o demonstra. e composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. e por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina, que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. que tambem nao eram cronicas. Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. e isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos, cronicas, textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina, atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. o professor de os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. e Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro a legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. Marina Colasanti, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.
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